O polêmico cartão corporativo de Goiânia, defendido pelo atual prefeito Márcio Corrêa, foi abolido em 2021 por questões de falta de transparência nos gastos. A decisão ocorreu durante a gestão do então prefeito Rogério Cruz, que optou por adotar a dispensa de licitação, visando evitar o uso incorreto do dinheiro público.
Antes da extinção do cartão, o Paço não conseguia fornecer informações claras sobre quais servidores tinham acesso ao recurso. O modelo que Corrêa pretende implementar é semelhante ao que foi abolido, mas com limites de gastos que ultrapassam os R$ 25 mil propostos atualmente ... clique aqui para ler mais.