Desde que assumiu o comando do Banco Central, o presidente Gabriel Galípolo e a equipe escolhida pelo presidente Lula têm mantido uma linha semelhante à de seu antecessor, Roberto Campos Neto. A única discordância se deu em maio de 2024, durante uma reunião do COPOM, onde Galípolo sugeriu uma queda maior na taxa de juros, mas acabou aceitando uma redução menor imposta pela maioria de Campos Neto.
Essa divergência, embora importante, foi vista por muitos como uma disputa insignificante, visto que a situação econômica do Brasil sugeria uma queda mais acentuada. O temor do "mercado" tornou-se ev ... clique aqui para ler mais.